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Toque Retoque


FIM DA VIDA

 

Vida vivia corrigindo Viver,

mas Viver não ouvia Vida.

Vida sempre viveu Viver

e Viver só queria Vida.

Um dia Vida tropeçou,

Viver desistiu da Vida

e assim terminou

sem Viver o resto da Vida



Escrito por Dayane Viana às 19h16
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Ouçam o que eles tem a dizer

 

A integração de elementos multimídias no jornalismo produziu uma nova linguagem periódica adaptada a esse novo meio: o webjornalismo. O jornalismo on-line apresenta uma grande potencialidade, a interatividade faz com que a notícia não tenha um fim nela própria e sim um princípio, uma discussão com muitas opiniões distintas ou não. Isso abastece o jornalismo interpretativo, de opinião. Assim, com toda essa divergência de idéias poder-se-ia alcançar a imparcialidade tão ditada pelos meios, pois não é mais uma visão única e exclusiva do jornalista, editor ou do jornal.

 

Aquela idéia de que o jornal nosso de cada dia embrulha o pão, o peixe, a banana do dia seguinte é passado. A notícia não se limita mais a uma discussão reduzida como acontece num jornal tradicional, em que o leitor envia uma carta para redação e aguarda que ela seja ou não publicada na próxima edição.

 

As formas são vastas, enquetes onde o internauta opina através do voto foram as primeiras a explorar esse campo. Mas há ainda opções para comentários e ai sim se pode expressar de maneira mais completa sobre dado assunto. Vídeos, áudio e ainda jogos jornalísticos onde o internauta navega dentro de um ambiente, como os Newgames, feitos com base em fatos que estão em curso. No Brasil, o G1 fez alguns experimentos do tipo com o AudioPops.

 

Numa sociedade onde o público se torna cada vez mais exigente, crítico e com o acesso a múltiplas fontes de informação, a possibilidade de interação direta com o fabricante de notícias é a nova máxima. Essa interação entre emissor e receptor além de possibilitar aos leitores maior liberdade na exploração da notícia, exige do jornalista maior atenção na produção desta.



Escrito por Dayane Viana às 08h21
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            O que a inteligência pode produzir?

           

             Talvez não tenhamos a noção dessa magnitude que é a inteligência humana. Às vezes, ela me surpreende tanto quanto me assusta. A evolução ou revolução tecnológica produz “coisas” que atendem nossos anseios supérfluos e necessidades básicas. Um exemplo disso, o telefone; que para mim foi a melhor invenção até hoje, parece obra “fantásmica”. E o celular, então. Credo!

            Para piorar, nem percebemos o quanto ficamos dependentes de todas essas “coisas”. O computador eu não preciso nem dizer. É mais assustador e, hoje, tão mais necessário. Uma confusão entre o real e o virtual já me faz esquecer como era antes disso. Tudo está interligado e ligado, diretamente, a nossa inteligência.

            O filme “Duro de Matar 4” é um espetáculo de ação e humor, produzido principalmente porque Bruce Willis quase morre e não morre. Duro mesmo. O policial McClane, interpretado pelo ator, não entende nada de computador e terá que deter a tentativa terrorista de um hacker.

            Toda a ação acontece no dia da independência dos Estados Unidos, 4 de julho, o que dá mais simbologia ao heroísmo de McClane.   A missão agora é salvar os Estados Unidos da “queima total”. Um ataque a infra-estrutura desconectará o país e causará uma pane em todos os sistemas.

            E não é só ficção, seria possível, realmente.

            O filme surpreende a imaginação. Embora saibamos que McClane sempre sobrevive a tiros, bombas e explosões desta vez ele se superou. O policial sai com apenas alguns arranhões de um acidente com carros dentro de um túnel sem iluminação. A sena é incrível, inacreditável como todo o filme.

           

 

 

 

           

           



Escrito por Dayane Viana às 21h44
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Posts são fonte de renda

O número de Blogs tem aumentado gradualmente e pesquisas da ComScore apontam que, em janeiro deste ano, 50,2% de toda a audiência da web pertence ao mundo da blogosfera. E não é só isso, é possível transformar os posts em dinheiro. Essa foi a chance que Igor Pucci, de 24 anos, não deixou escapar. Em entrevista coletiva para os alunos do curso de jornalismo do UniToledo, o blogueiro contou como reverteu uma brincadeira em oportunidade. Hoje, o site, um dos mais acessados no país, é sua única fonte de renda.

 

Morador de Araçatuba-SP e aos 24 anos, Pucci conta que o sucesso foi mesmo através do boca-boca. No começou freqüentava fóruns virtuais, coletava as fotos que achava engraçadas e enviava para os amigos. “Quando notei, eu já tinha muitas fotos. Então, resolvi fazer o site e passei o endereço para os amigos”. Pucci criou o Perolas do Orkut (www.perolasdoorkut.com.br) em julho de 2007 e a brincadeira ficou séria, em um mês já tinha 10 mil acessos.

 

O servidor que ele pagava logo não era mais compatível com a quantidade de acessos, com isso, Pucci assinou um sistema de afiliados que oferece o serviço de publicidade e, desde então, não faz outra coisa. Hoje, ele trabalha apenas duas horas por dia e recebe por mês cerca de 6 mil reais. Ttem anúncios de quatro empresas diferentes, de uma delas recebe em Euros.

 

O site é composto por fotos captadas do Orkut e elas são divididas em várias categorias. “A idéia é só mostrar algum erro, escrita errada, fotos engraçadas. Todas as postagens que eu faço eu rasuro o rosto. Portanto, não exponho ninguém”, declara o blogueiro. A interatividade também é marca fundamental, com mais de 30 mil acessos diários: o internauta pode acessar e enviar fotos, fazer comentários e dar sua nota para a foto.

 

Sobre o sucesso do site ele afirma que “é importante atualizar todo o dia, além disso, é o próprio usuário que faz o site”. Pucci também conta com a ajuda de dois colaboradores, cuja tarefa é aprovar os comentários postados no blog.

 

Pucci, além do Perolas, também é dono de outros sites: www.webfrases.com e www.mov.com.br. O primeiro reúne frases e pensamentos famosos, o outro são mensagens para serem enviadas pelo orkut.

 

Igor Pucci é formado em Ciências da Computação e atualmente faz pós-graduação em Economia. Antes de criar o blog trabalhava como freelancer desenvolvendo sites para empresas.

Escrito por Dayane Viana às 15h19
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Ou...gentiiii...psiu!!!

O blog não morreu, ele ressurge.

Por falta de tempo - talvez-; mas isso é desculpa de preguiçoso.

Então, vou dar um jeito agora. Sem pressão!

Algumas semanas passadas (já sei, não é mais factual), eu estava na Semana Estado de Jornalismo. O que foi aquilo? Um sonho. Acho que todos os alunos do curso devem experimentar.

Não vou me prender muito aos assuntos das palestras, pois eles já "transcenderam meu consciente" - expressão bonita para relapso de memória.

Chegamos à cidade “time flys” 6 e meia da manhã. A Barra Funda estava como qualquer outro dia, lotada. Pessoas que corriam; pessoas que chegavam; pessoas que partiam. Eu os observava. Parecem que todos que chegam têm tanta esperança do que São Paulo pode oferecer. Nunca mais verei aqueles rostos, nunca mais me lembrarei deles. Todos somos passageiros, como numa rodoviária. Chega de filosofar!

Bom, ao final e ao certo, ficamos na casa da tia de um colega de uma colega minha. Comunicação é tudo! O Cristiano e a Angélica do segundo ano. O tio que veio buscar - espera ai, tenho que falar da Fran. 

Conheci a Francyene, do quarto ano, no ônibus praticamente. A Fran foi junto para a casa da tia do Cristiano.

Volta.

O carro era um monza azul, calcinha? Acho que sim. Estávamos em sete pessoas. Contando: Pai, Tio, Prima, Cristiano, Angélica, Francyene e eu. Um por cima do outro e quando a polícia aparecia era o meu pescoço que ia para os pés. “Abaixa, abaixa”. Por fim, e depois de muitos semáforos, chegamos. Urfa! E ai, ai meu pescoço!

 

Acomodamos nossa bagagem e nosso corpo também. A Tia (Cristiano, perdoe-me, esqueci o nome dela – que coisa) recebeu – nos com muita alegria. Tomamos café da manhã e tiramos fotos. Várias fotos. Gente eu fiquei de frente a serra assassina dos Mamonas Assassinas (Nossa! Quase um trava, ou seria destrava língua?).

 

Um banho tão bom que há tempo eu não tomava. Como é bom cheirar bem.

Almoçamos e fomos ao que fomos fazer. O pai do Cristiano, a prima que sabia o caminho, a Angélica, a Fran, o monza azul e eu, que de novo ouvia: “abaixa, abaixa”. Ai, pescoço!

 

Então, o que não podia acontecer. O monza azul calcinha folgado decidiu ficar no caminho. Oh, estamos atrasados!

 

Carona? Pagamos 20 reais de gasolina e um homem com um carro muito espaçoso - que eu nem sei o nome - levou-nos ao nosso destino. Ele também contou uma história que era jornalista, mas nós não acreditamos muito não. Mesmo assim, deu foto.

 

A primeira palestra apresentou o assunto a ser tratado na reportagem: sustentablidade. Encontramos com a Sandi que também acabou indo para casa da tia. No final do papo, bolachinhas e chá para todos.  Depois; ônibus, um empurra-empurra no metrô e uma lotação na subida da serra - eu achei que ia morrer, o motorista parecia bricar de corrida no videogame.

Um dia se foi com muito cansaço - um dia em São Paulo parece uma semana -, dor no pescoço, chuva e terremoto. Uma pena não ter sentido nem uma tremidinha!

Banho, mais comida e cama.

Outro dia, quase tudo de novo. O monza azul nos abandonou mesmo e o meu pescoço agradeceu. Café, almoço, lotação, metrô, ônibus e Estadão. Dessa vez a palestra mostrou que devemos acreditar em nós e ir em busca do que queremos e temos que querer. EU QUERO, EU VOU E EU CONSIGO.

Outro lanchinho com bolachas, ônibus, metrô, lotação, banho, jantar e cama. Mas decidimos ir à 25 da Março amanhã bem cedo.

Fomos. Dia comum -nenhum dia é comum naquela cidade-, com uma avalanche de gente subindo e descendo aquelas ruas. Pode ter certeza que qualquer, mas qualquer quantia ali é pouca. Compramos sacolas e sacolas. Um grito na multidão: é o rapa, o rapa, corre. Cada um por si e Deus por todos.

Angélica e eu acabamos nos perdendo do grupo. Corremos para não perder a hora e só encontramos com o resto do pessoal lá no Estadão. E nós chegamos a tempo!

Sexta-feira e último dia, estava eu lá completamente acabada, doida para vir embora. Saudade da minha casa, da minha mãe e principalmente do meu colchão. Mas muito contente. Às vezes, São Paulo nem dá sentido aos nossos sentidos, tudo é muito suspeito. A solidão nas calçadas nós faz pensar. E quando estava já no ônibus de volta, eu vi a cena. Sabe aquela fileira enorme de carros parados no semáforo, eu adoro ver aquilo. E estava quase de noite, os faróis acesos, é tão bonito de ver. E deu novamente uma saudade, só que dessa vez, de ficar.

 

 



Escrito por Dayane Viana às 21h38
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Na última aula, o professor deu um exercício para nós e o resultado (meu) foi esse texto ai abaixo. Mas, por culpa do Marcos (redação), não consegui colocar um título, ele estava fechando o laboratório. Eu não consigo fazer nada sobre pressão (eh...jornalista!)!!! Mas é assim q eu funciono. Então, o texto ficou sem título, não consegui pensar em nenhum na hora. Só nas palavras do Marcos : "Vamos gente, eu tenho que fechar." Bom, mas agora eu já pensei bastante num título. Portanto, segue o título do texto abaixo:

Blogueiros e do avesso



Escrito por Dayane Viana às 11h08
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....

           

            Água e vinho, doce salgado, oito oitenta. Marcela Nobre Cruz, 20 anos, blogueira desde 2001 diz: “Não consigo ficar sem blog”.  Márcio da Silveira Bracioli, 21 anos, blogueiro desde 2006 diz: “Dá um trabalho, sou preguiçoso”. Algo em comum? Sim, muito se ouviu e o que une os dois: somente o ato de blogar. Os dois foram “celebridades”, hoje, na aula de jornalismo on-line, do professor Zé Marcos. Convidados a uma entrevista coletiva, responderam às perguntas dos novos blogueiros ávidos por respostas. 

            De início, os dois se mostraram bastante tímidos, enquanto a sala os enchia de perguntas sobre esse mundo virtual e, por eles, explorado. Entretanto, aos poucos, Marcela foi se soltando e o “pouco tímido” – palavras dele - Márcio se sentiu a vontade para falar. Ele se soltou tanto, que já provocava risos em nós, “repórteres”.

           

            Marcela demonstrou uma verdadeira blogueira de plantão. É vencedora do concurso de blog e se tornou colaboradora da revista Capricho. Recebe duas pautas a cada quinze dias e já teve quatro textos publicados.  Não consegue ficar sem. Qualquer assunto pode virar texto em seu blog. Ela é realmente uma pessoa de assunto! Chega a postar um texto por dia e dedica duas horas diárias nesse bate-papo entre teclado e monitor. “Escrevo o que me der vontade e adoro compartilhar isso com os outros, gosto de saber o que eles pensam”, afirma minha colega da classe.

           

            Já o nosso amigo...não é lá muito pontual com o seu diário eletrônico. Segundo ele, não tem forma para escrever. O que vier na cabeça ele tecla. Quando criou o blog, decidiu escrever sobre cultura (filmes, teatro). Agora, ele escreve também muitas histórias de sua autoria e é o que realmente gosta de fazer.

           

            Contudo, Marcela já teve problemas com plágio. Encontrou textos seus em outros blogs a reação não foi outra: #$&*#%@#¨$. Então, ela se cadastrou em um site que registra todos os seus textos e a data de publicação. Márcio ainda não teve esse tipo de problema, mas é cadastrado no site www.creativecommons.org.br que oferece esse serviço.

           

            Os dois acreditam ser esse um bom meio para se expressar e, quanto a privacidade, eles contestam: “Se estivesse preocupado com isso não escreveria”, disse Márcio, Marcela concorda.

           

            O círculo de amizades da Marcela aumentou muito, como ela mesma conta. Já o Márcio...e parece não ligar muito para isso. Segundo ele, seus amigos o visitam com freqüência e isso que importa.

           

            A dica que eles deixam é essa. Visitar outros blogs, essa é a “alma do negócio”. Portanto, comecem agora e faça uma visita aos blogueiros da sala: http://bracioli.blogspot.com e http://contapramarcela.blogspot.com .

           

 

Ps: olha vocês dois hein...visitem o meu! rsrsrs

           

                       

           



Escrito por Dayane Viana às 10h11
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Um assunto, por favor!

Hoje, primeiro dia de aula pós-blog. O Zé Marcos pede um texto, qualquer texto, blogarmos. Eu já mudei a posição do computador, da cadeira, olhei para os lados e vi todos meus colegas blogando. Esse barulho de dedos devorando os teclados me incomoda. Todos têm um assunto para o texto. E eu? Fico aqui pensando... pensando. Enquanto isso, pensamentos produzidos por minha mente insatisfeita não para de repetir: “Que coisa! Que espécie de jornalista será você?”.

 

E esse barulho.

 

Bom, eu poderia escrever sobre tantos assuntos. Tenho que escolher. Vejamos...hum...Tanto acontece. Está ai nos meios de comunicação, eu poderia escrever sobre algo assim. Mas eu não quero escrever, não agora. Sinto-me pressionada por dedos nos teclados e o ded-line do professor. Então, poderia escrever sobre o meu dia, mas ele está apenas começando. E ontem? Olha, acredite, eu não me lembro de nada. Nada interessante que tenha acontecido ontem. Essa minha memória viu.

           

Computadores ao lado trabalhando a todo gás. E o meu aqui, tão devagar. Quase nem faz barulho. Toca o sinal para o intervalo. A sala começa a ficar vazia e eu conto os minutos que levam até um por um passar pela a porta. Aproxima-se o ded-line. E eu não consigo pensar em nada, nem um assunto, só em Deus. Oh meu Deus!

           

Talvez seja meu estômago, ele está vazio. Uma maçã, por favor. Ok.

           

(...)

           

Agora vai. Tenho que me concentrar.

           

tttttttttffffffzzzzzxxxoooolllljjjssssiii

 

Está até mais tranqüilo, sem barulhos. Somos apenas meu cérebro, meus dedos e o computador. Tarefa difícil. O teclado parece querer falar, mas não identifico nem uma palavra.  “Não fale comigo, deixe-me pensar”. Sinto uma dor de cabeça, acho que é a luz do computador. Já sei. Vou escrever sem olhar para a tela. Mas cadê essas palavras? Vou tentar de novo em outro parágrafo.

           

O professor já deu os últimos cinco minutos e eu ainda não escrevi sobre nada. O que ele vai pensar! “Ih...essa dai ó...jornalista?”

           

            Tenho que enviar.

 

Um assunto. Palavras. Pa-lavras. Pa-la-vras.

 

Já sei!

 

Às vezes, como é difícil escrever um texto!  

 

           

           

             

           



Escrito por Dayane Viana às 10h18
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Não tem título não

Curioso, tô de volta. Esqueci não.

Graças à aula de jornalismo on-line e ao professor Zé marcos que tem apresentado a nós, alunos, essas novas tecnologias. Tá ai então, apresento -me aqui. ehhhhh! Na verdade, nunca gostei de passar muito tempo na frente do computador, tome isso como mais de 20 minutos, mas o prazer que me dá escrever e agora sabendo, mesmo que o básico, como manipular essa coisa eu me arrisco.

Nossa! Pode parecer pouco o escrito aqui, mas eu já estou a mais de 20 minutos. São tantas palavras para escolher apenas algumas e colocar num texto, eu não sou muito boa em escolhas, bom é quando vem por acaso. Por isso, demoooro porque o por acaso só vem bem por acaso mesmo. Sempre dá para melhorar, e escrevo, reescrevo, reeescrevo várias vezes. Sou insatisfeita com minhas escolhas de palavras. Por isso o nome ai em cima: Toque Retoque. Entendeu? Está explicado então.



Escrito por Dayane Viana às 18h55
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PRIMEIRA VEZ

É...dizem que a primeira vez a gente nunca esquece, mas do jeito que a minha memória anda viu...



Escrito por Dayane Viana às 21h13
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